Enem












 COMUNICADO AOS CANDIDATOS DO ENEM 2014 

A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais comunica aos candidatos que realizaram provas do Exame Nacional do Ensino Médio-ENEM 2014 em Minas Gerais e que, no ato da inscrição não indicaram a pretensão de utilizar os resultados do exame para fins de certificação de conclusão do Ensino Médio, e que preencham todos os outros critérios exigidos, poderão se dirigir às escolas credenciadas, durante o ano de 2015, para requererem seus certificados. Para tal, é necessário que estejam munidos de RG e CPF (original e cópia xerox), uma conta da CEMIG (ou outra empresa fornecedora de energia elétrica), a pontuação retirada no site do INEP (www.inep.gov.br) e a senha utilizada no processo. 

CRITÉRIOS PARA OBTENÇÃO DO CERTIFICADO: 

1- Preencher a “Solicitação de Certificação” informando que fez as provas do ENEM/2014 em MG e que não possui a conclusão do Ensino Médio até a presente data. 
2- Ter 18 (dezoito) anos completos até a data da 1ª prova do ENEM (8/11//2014). 
3- Obter a pontuação necessária: mínimo de 450 (quatrocentos e cinquenta) pontos em todas as áreas e mínimo de 500 (quinhentos) pontos da Redação. 
4- Não ter concluído o Ensino Médio até a presente data.

SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS 
SUBSECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICA 
SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO 
DIRETORIA DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS



ENEM 2014


A Secretaria de Estado de Educação comunica aos candidatos,  que se submeteram ao Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM 2014, que está aguardando o envio, pelo INEP/MEC de Brasília, dos resultados dos participantes do Estado de Minas Gerais.

Os resultados serão enviados às escolas credenciadas para a expedição dos certificados.




Aqueles candidatos que obtiveram aprovação em Faculdades/Cursos Técnicos ou admissão em emprego e que necessitam com urgência de uma declaração para efeito de matrícula/contratação, podem se dirigir aos endereços abaixo para solicitarem uma declaração de Aprovação ou Conclusão:

EM BELO HORIZONTE:
SRE Metropolitana A (candidatos das Regiões Nordeste, Leste e Centro-Sul)
Rua Congonhas, 675 – Santo Antônio (entre Rua Carangola e Rua Leopoldina)

SRE Metropolitana B  (candidatos das Regiões Noroeste, Oeste, Barreiro)
Av. Augusto de Lima, 1.520 – Barro Preto (entre Rua Paracatu e Rua Ouro Preto)

SRE Metropolitana C (candidatos da Região Norte, Venda Nova, Pampulha)
Av. Antônio Abrahão Caram, 794- Bloco 2-São José/Pampulha (perto do Mineirão)

INTERIOR
Superintendências Regionais de Ensino (SRE) (ver listagem anexa)




Para obtenção da declaração é necessário providenciar os seguintes documentos:
- Carteira de Identidade e CPF (original)
- Comprovante de Aprovação no Vestibular / Contrato Empresa / Curso Técnico
- Pontuação obtida no Exame (retirada no site do INEP)
- Senha usada no processo
Critérios para obtenção do certificado:
1- Ter indicado, no ato da inscrição, a pretensão de utilizar os resultados do exame para
    fins de certificação de conclusão do Ensino Médio.
2- Ter 18 (dezoito) anos completos até a data da 1ª prova do ENEM (8/11//2014).
3 -Obter a pontuação necessária: mínimo de 450 (quatrocentos e cinquenta) pontos
    em todas as áreas e  mínimo de 500 (quinhentos) pontos da Redação.
4 -Não ter concluído o Ensino Médio até a presente data.







O domínio da escrita

Mistérios que envolvem a prova de redação do Enem
Ler, interpretar, argumentar e colocar no papel ideias claras e objetivas, conjugando conhecimento sobre o tema e domínio da norma culta, são imprescindíveis para que o estudante, candidato ao Enem, garanta uma boa pontuação na prova que mais influencia na nota final do exame – a prova de redação.
Para ser bem colocado na avaliação mais importante do país, o Enem, é preciso conhecer os mistérios que envolvem essa prova, aplicada dia 08 de novembro deste ano, segundo dia de testes. Ao escrever, o aluno deve selecionar, raciocinar, organizar e trabalhar informações, fatos e opiniões em defesa de um ponto de vista, demonstrando engajamento social e, claro, não tropeçar na gramática.
O candidato recebe nota zero se fugir totalmente ao tema, desobedecer à estrutura dissertativo-argumentativa, escrever um texto com até sete linhas, desrespeitar os direitos humanos ou entregar a folha em branco, mesmo que haja texto na folha de rascunho. Desde o ano passado, escrever “gracinhas” é intolerável, erros gramaticais estão sujeitos a punição e desobedecer aos padrões da norma culta da língua só em casos extremos, desde que não caracterize reincidência. 
A prova, que sempre exige um texto dissertativo-argumentativo, pressupõe defesa de um ponto de vista, exigindo leitura de mundo e conhecimento prévio para fundamentar posicionamentos o que, na opinião de professores, é a grande dificuldade dos estudantes. Sendo assim, organizar o tempo para estudo incluindo na rotina diária além do treinamento da escrita, leituras de revistas de atualidades e o acompanhamento das notícias pela internet, torna-se importante para o conhecimento de assuntos recorrentes no mundo atual, tais como: a crise energética e as alternativas mais sustentáveis de geração de energia, o papel da mulher na contemporaneidade, a supervalorização do consumo e os conflitos no Oriente Médio.
Dicas de preparação:
·         Assistir a bons documentários e a boas entrevistas sobre temas relacionados a questões sociais, ambientais, culturais e políticas, sobretudo do Brasil.
·         Ler sobre esses temas em jornais e revistas, em blogs e refletir, criticamente, com o cuidado de observar as associações de ideias estabelecidas pelo autor, a seleção vocabular, enfim, o trabalho de construção do texto.
·         Escrever bastante (no mínimo, duas redações por semana) e ter um leitor proficiente para avaliar o desempenho.
·         Rever algumas regras gramaticais da modalidade formal da língua, como emprego da crase e o estado das conjunções.
Na hora “H”:
·         Ler com muita atenção o tema e os textos motivadores. Nunca perder de vista o tema e o recorte temático.
·         Destacar palavras-chave no tema e nos textos motivadores para desenvolver o projeto de texto.
·         Selecionar informações, fatos e opiniões para desenvolver um texto autônomo, ou seja, um texto capaz de refletir o pensamento do autor.
·         Fazer rascunho ou, caso não dê tempo, um esquema bem detalhado.
Fonte: Jornal Estado de Minas - Caderno Enem 2014, de 16 de setembro de 2014.



Compreenda a nota do ENEM


          
Sem nota mínima nem máxima e com pontuações que variam a cada ano e de acordo com as áreas de conhecimento. Entender como funciona o método de correção do Exame Nacional do Ensino médio (Enem) pode ser um desafio e tanto.


Desde 2009, o exame utiliza a Teoria de Resposta ao Item (TRI) como forma de avaliação. “A TRI cria uma escala de medidas, não existe nota mínima nem máxima. A menção é dada a partir das questões que são colocadas na prova, que têm diferentes parâmetros de dificuldade. Esses itens são pré-testados, de forma que o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) sabe qual é a probabilidade de que um candidato com determinada proficiência acerte as questões”, explica o Professor titular do Departamento de Informática e Estatística da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Dalton Andrade. Ou seja, para a nota final, leva-se em conta não apenas o número de acertos, mas o nível de dificuldade de cada item.

Uma questão que tem baixo índice de acertos é considerada “difícil” e, por isso, tem mais peso na pontuação. Aquelas com alto grau de acertos são classificadas como “fáceis” e contam menos pontos. Assim, dois participantes que acertaram o mesmo número de questões podem ter médias finais diferentes. Também não é possível comparar o número de acertos nas provas de diferentes áreas do conhecimento. Se um Aluno acerta o mesmo número de itens nas provas de matemática e de ciências humanas, por exemplo, não significa que a pontuação obtida será a mesma. Isso ocorre porque o nível de dificuldade de cada prova e das questões que a compõem influenciam o cálculo final.
Diferentemente de avaliações, como o vestibular da Universidade de Brasília (UnB), em que uma questão errada anula uma certa, no Enem não há prejuízo em chutar, como explica Andrade. “Toda questão correta aumenta a pontuação. Se o candidato deixa um item em branco, para a correção, é o mesmo que marcar errado, então o melhor é chutar. Ninguém é penalizado por acertar no chute, mas, dependendo da questão, a pontuação obtida pode ser maior ou menor”, diz Dalton.
A redação é a única parte do exame em que a Teoria de Resposta ao Item não é aplicada. A correção é realizada por dois especialista que dão notas de 0 a 200 a cada uma das cinco competências pre-estabelecidas pelo edital da prova, totalizando até 1.000 pontos. A nota final é a média simples entre as notas dadas pelos dois corretores. Simone Tavares Dias, Professora de redação do curso Degraus, comenta os fatores que podem fazer o candidato se sair mal nessa parte da prova. “O mais importante é não fugir do tema, que é motivo para zerar a redação. Cada erro gramatical retira parte da pontuação, o que pode prejudicar bastante. Além disso, não convém citar textos de apoio”, comenta.
De acordo com o edital do exame, trechos copiados de outros textos da prova serão desconsiderados para correção e contagem do mínimo de sete linhas de redação. Também são motivos para nota zero o uso de impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação, assim como conteúdo que desrespeite os direitos humanos.
Nas Escolas e nos cursinhos, os Alunos recebem orientação específica sobre a correção do Enem, como explica a candidata Ivanna Cristina Romcy, 18 anos. “Aprendemos um pouco sobre o que é a TRI. Sei que há questões fáceis e difíceis e que vale mais a pena acertar as perguntas mais simples”, diz. A jovem pretende cursar fisioterapia na UnB. Para Marcos André Franco Coutinho Pereira, 20 anos, o método é justo. “Eles conseguem identificar quem realmente estudou e quem só está chutando”, diz o candidato a uma vaga em letras-francês na UnB. 
Por Correio Braziliense (DF)
Fonte: Todos pela educação. Destrinchando a nota do ENEM. Disponível em: <http://www.todospelaeducacao.org.br/educacao-na-midia/indice/31416/destrinchando-a-nota-do-enem/>. Acesso em: 07 out. 2014.

 
CERTIFICAÇÃO DE CONCLUSÃO DO ENSINO MÉDIO OU DECLARAÇÃO PARCIAL PELO ENEM
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA
PORTARIA Nº 144, DE 24 DE MAIO DE 2012
Dispõe sobre certificação de conclusão do ensino médio ou declaração parcial de proficiência com base no Exame Nacional do Ensino Médio-ENEM.
O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), no uso de suas atribuições constantes dos incisos I, II e VI, do art. 16, do Anexo I, do Decreto nº 6.317, de 20 de dezembro de 2007, e tendo em vista o disposto no artigo 1º, inciso II, da Lei nº 9.448, de 14 de março de 1997, no artigo 38, parágrafo 1º, inciso II da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 e nos termos do artigo 2º da Portaria Normativa MEC nº 10, de 23 de maio de 2012, resolve:
Art. 1° A certificação de conclusão do ensino médio e a declaração parcial de proficiência com base no Exame Nacional de Ensino Médio (ENEM) destinam-se aos maiores de 18 (dezoito) anos que não concluíram o ensino médio em idade apropriada, inclusive às pessoas privadas de liberdade.
Art. 2º O participante do ENEM interessado em obter certificação de conclusão do ensino médio deverá possuir 18 (dezoito) anos completos até a data de realização da primeira prova do ENEM e atender aos seguintes requisitos:
I - atingir o mínimo de 450 (quatrocentos e cinquenta) pontos em cada uma das áreas de conhecimento do exame;
II - atingir o mínimo de 500 (quinhentos) pontos na redação.
Art. 3º O interessado em obter declaração parcial de proficiência deverá possuir 18 (dezoito) anos completos, até a data de realização da primeira prova do ENEM e atingir o mínimo de 450 (quatrocentos e cinquenta) pontos na área de conhecimento.
Parágrafo único. Para declaração parcial de proficiência na área de linguagens, códigos e suas tecnologias, o interessado deverá atingir o mínimo de 450 (quatrocentos e cinquenta) pontos na prova objetiva e o mínimo de 500 (quinhentos) pontos na prova de redação.
Art. 4º O INEP disponibilizará as notas e os dados cadastrais dos participantes interessados, às Secretarias de Educação dos Estados e do Distrito Federal e aos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia que aderirem ao processo de certificação pelo ENEM.
Art. 5º Compete às Secretarias de Educação dos Estados e aos Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia emitir os certificados de conclusão e/ou declaração parcial de proficiência, quando solicitado pelo participante interessado, conforme estabelecido no termo de adesão ao processo de certificação pelo ENEM.
Parágrafo único: As Secretarias de Educação dos Estados e os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia poderão definir os procedimentos complementares para certificação de conclusão do ensino médio ou declaração parcial de proficiência com base nas notas do ENEM.
Art. 6º Fica aprovado, na forma dos Anexos I e II desta Portaria, respectivamente, os modelos para certificação de conclusão do ensino médio e declaração parcial de proficiência com base no ENEM.
Art. 7º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação.
LUIZ CLAUDIO COSTA

2 comentários:

  1. olá, se eu for reprovado apenas em redação, posso procurar uma banca do CESEC pra refazer somente a redação? Se sim, quando posso fazer isso? (preciso com urgência)

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    1. Sim, você vai fazer a área 1: códigos e linguagens.

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